5 razões para assistir “Aprender a Sonhar”, o documentário que celebra conquistas e empoderamento feminino
O que significa conquistar a universidade quando se carrega a história de comunidades inteiras nas costas? Aprender a Sonhar, dirigido por Vítor Rocha e com estreia prevista para 2 de outubro de 2025, mostra que sonhar é também conquistar. Produzido pelas baianas Abará Filmes e Caranguejeira Filmes, o documentário acompanha jovens negros, indígenas e periféricos que transformam oportunidades de acesso à educação em conquistas concretas, destacando mérito, esforço e protagonismo.
Nesta semana, eu, Beatriz, conferi a cabine de imprensa do longa ao lado de Bruno, trazendo impressões diretas dessa experiência especial para os leitores.

A Lei de Cotas como ponte para oportunidades reais
O documentário retrata o impacto da Lei de Cotas na vida desses estudantes, que abriram caminho para suas trajetórias acadêmicas sem abrir mão de suas culturas. Mais do que um direito conquistado, a política pública surge como instrumento de transformação social, permitindo que jovens de comunidades historicamente marginalizadas acessem espaços que antes lhes eram negados e mostrem seus méritos.
Conquistas acadêmicas e mérito individual
Entre os estudantes acompanhados estão Marina Barbosa, quilombola formada em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, e Nadjane Cristina, que superou desafios financeiros e sociais para conquistar casa própria e diploma. Também aparecem os indígenas Taquari e Tamiwere Pataxó, graduados em Direito, que conciliam formação acadêmica com práticas culturais de suas comunidades. Cada vitória é uma prova concreta de esforço, dedicação e competência.

Protagonismo feminino e empoderamento
O documentário evidencia o protagonismo feminino em diversos momentos, especialmente durante a Marcha do Dia Internacional da Mulher, em 8 de março. Uma das protagonistas faz um discurso marcante sobre a importância da presença de mulheres negras e indígenas na universidade, reforçando que educação, empoderamento e representatividade caminham juntos. O filme celebra o papel das mulheres como líderes e agentes de transformação em seus espaços de estudo e além deles.

Um registro inspirador de diversidade e ancestralidade
Aprender a Sonhar é um registro sensível das diferentes culturas que coexistem dentro e fora da universidade. A obra mostra que saberes tradicionais, práticas comunitárias e cosmovisões indígenas não apenas coexistem com a educação formal, como também enriquecem o ambiente acadêmico. A narrativa combina depoimentos íntimos, cenas da vida universitária e imagens dos territórios de origem, resultando em um documentário que inspira, emociona e valoriza a diversidade.
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Uma obra que ecoa além das telas
Antes mesmo de chegar ao cinema, o tema já havia sido explorado em veículos como a TV Brasil, no programa Olhar Nacional, que abordou histórias semelhantes de jovens que sonham com a universidade. O longa de Vítor Rocha amplia essa discussão, combinando estética cinematográfica, narrativa poética e denúncia social. O filme se conecta com a memória, cultura e debates contemporâneos sobre inclusão, meritocracia e diversidade, reforçando sua relevância no cenário nacional.
Aprender a Sonhar é um convite para
Beatriz Alice Costa Lamana – Redatora e Criadora de Conteúdo
celebrar conquistas, refletir sobre
oportunidades e compartilhar histórias de mérito e protagonismo.
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Sou a Beatriz Costa, formada em Rádio, TV e Internet e pós-graduanda em Design Gráfico em Movimento. Nerd de carteirinha, apaixonada por séries, novelas, filmes e livros (com um amor especial pelo universo de Harry Potter). Na Nerds, atuo como editora e criadora de conteúdo audiovisual, unindo criatividade e paixão pelo mundo geek.





