Crítica de “O Pintassilgo”, novo longa da Warner Bros.

O Pintassilgo - Crítica de "O Pintassilgo", novo longa da Warner Bros.

Da Warner Bros. Studios, “O Pintassilgo” é uma adaptação do best-seller de Donna Tartt, dirigida por John Crowley, trazendo aos cinemas, com duração de 2h30m, uma obra magnífica para qualquer amante de drama, visto que trata-se de uma adaptação de uma obra que conta com 700 páginas.

Com um elenco de peso, que conta com Nicole Kidman, Ansel Elgort, Finn Wolfhard, Oakes Fegley, Luke Cunningham Wilson, Sarah Catharine Paulson e Jeffrey Wright, a trama se desenrola de maneira lenta, porém o enredo da história pede essa velocidade de desenvolvimento, que por sua vez possui picos nos momentos certos!

“O Pintassilgo” traz um drama bem construído, falando em perspectiva de adaptação de livro, quando trata-se de “tempos” (contexto de passado e presente), o filme mescla os dois tempos, passado e presente, as vezes até na mesma cena, onde pontas vão sendo amarradas ao longo de todo o filme, sem entregar de primeira as respostas que esperamos, mas não aguardando até o final para entregá-las também. Essa interação ente contextos traz o tom de thriller que complementa o longa.

Quanto à fatores técnicos: as atuações são impecáveis,  Oakes Fegley e Finn Wolfhard têm uma química incrível, possibilitando ao expectador criar laços com a amizade de ambos, a fotografia do filme é magnifica, a trilha sonora cabe perfeitamente. Aos fascinados por psicologia das cores, o longa faz um jogo natural com elas, transmitindo o tom perfeito do sentimento, como as cores usadas nas cenas que acontecem em Vegas.
Essa paleta de cores imerge cada vez mais, de forma implícita, o expectador no longa, apesar da forma corrida do filme não nos dar o tempo de podermos nos conectar com os personagens.

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Confira também o poster:

images 4 - Crítica de "O Pintassilgo", novo longa da Warner Bros.

Breve sinopse:

O drama gira em torno de um garoto, Theodore Decker, que perdeu sua mãe em um atentado à uma galeria de Arte em NY, após o atentado encontra um senhor que o pede que salve a obra “O Pintassilgo”, quadro pintado por Carel Fabritius em 1654, junto de seu pedido orienta ao menino que procure um homem, entregando-lhe seu anel. É por esta pintura com quem Theodore cria estranhos laços que permeiam a obra.
Após uma reviravolta Theodore é obrigado a morar em Vegas com seu pai, inserindo-o em um novo mundo, onde futuramente torna-se um vendedor de antiguidades.

Aos amantes de dramas “calmos” com momentos intensos vale muito a pena conferir o longo, que chega aos cinemas brasileiros no dia 10 de Outubro. 

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